quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Uefs prorroga as inscrições do vestibular até quarta-feira (9)

A inscrição continua sendo feita exclusivamente pela internet. Para este vestibular, a UEFS disponibiliza 945 vagas em 27 cursos, inclusive Medicina e Farmácia oferecidos uma vez ao ano.

Por: Acorda Cidade

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) prorrogou as inscrições para o vestibular 2012.1 (Processo SeletivoProSel). O novo prazo se estende até às 12h da próxima quarta-feira (9), inclusive para os servidores das universidades estaduais baianas (Uefs, Uesc, Uesb e Uneb) e seus dependentes que são isentos da taxa. O período de inscrição para beneficiados pelo programa de isenção (egressos da rede pública) foi encerrado.

A inscrição continua sendo feita exclusivamente através do portal www.uefs.br, seção ProSel/Vestibular. Os candidatos devem ler o edital, também disponível na internet.

Após preencher e confirmar nome, RG e CPF no requerimento de inscrição, o candidato deverá imprimir o comprovante e efetuar o pagamento da taxa de R$ 80 por meio de boleto bancário disponibilizado eletronicamente.

As provas serão aplicadas de 29 a 31 de janeiro. A novidade são os cursos de Agronomia e Psicologia. Para este vestibular, a Uefs disponibiliza 945 vagas em 27 cursos, inclusive Medicina e Farmácia oferecidos uma vez ao ano. (Ascom/uefs)

Candeal é contemplado com curso profissionalizante


Com a finalidade de formar e treinar atendentes de farmácias e drogarias, 80 (oitenta) participantes foram contemplados com o Curso de Atendente em Farmácia que teve 15 (quinze) horas de carga horária e foi realizado nos dias 15 e 29 de outubro do corrente ano. O curso visa também promover conhecimento sobre medicamentos e como comercializá-los com responsabilidade, além de atendimento ao público e para clientes especiais: idosos, crianças, hipertensos, diabéticos e outros.
Foi promovido por intermédio do Fotógrafo Rigoberto Brito e do Deputado Estadual José de Arimatéia, teve orientação do professor Celso, além do apoio dos Pastores Antonio Gerson e Otoniel.
Fotos: Rigoberto Brito

 









terça-feira, 1 de novembro de 2011

A agricultura é a arte de saber esperar

"Texto: Riccardo Bocchelli"
Esperamos a chuva para poder plantar, esperamos que a semente germine e cresça, esperamos que a plantinha dê o seu fruto, esperamos que o fruto amadureça,esperamos o sol para a colheita, esperamos reconhecimento, valorização, o que nem sempre acontece... Vivemos a esperar, a trabalhar, vivemos de fé..
A chuva de domingo foi maravilhosa! mas não o bastante para se plantar, o solo está com as reservas hídricas baixas, quem se aventurar neste momento, corre risco de perder as sementes, precisamos de mais um pouquinho de chuva... Então... Vamos esperar!!!.
Por: Tina

ONU alerta que desastres climáticos vão se agravar

Relatório do IPCC afirma que eventos climáticos extremos serão, no geral, mais intensos e mais frequentes nas próximas décadas

Seca, inundações, ciclones e incêndios: os desastres climáticos estão mais frequentes e intensos com o aquecimento global provocado por atividades humanas. A tendência é que esta situação se agrave, alerta um relatório da ONU sobre o clima.
O impacto do aquecimento climático sobre os eventos depende de sua natureza e de sua distribuição, muito desigual, entre as diferentes regiões do mundo. Além disso, o nível de certeza das previsões formuladas por especialistas varia com a quantidade e a qualidade dos dados disponíveis.

Mas centenas de cientistas redigiram este relatório para o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e são contundentes: os eventos climáticos extremos serão, no geral, mais graves e mais frequentes nas próximas décadas, um risco a mais para a maior parte dos habitantes de nosso planeta.

"Este é o maior esforço já realizado para avaliar o modo como as catástrofes estão mudando", afirmou Neville Nicholls, professor da Universidade Monash de Melbourne e coordenador de um dos capítulos deste relatório, que deve ser revisado pela ONU durante a reunião em Kampala, antes da publicação, programada para o dia 18 de novembro.
Esta publicação coincide com uma série de catástrofes naturais devastadoras que suscitaram muitas interrogações e inquietações.
Em 2010, temperaturas recordes favoreceram incêndios que destruíram florestas da Sibéria, enquanto o Paquistão e a Índia sofreram com inundações sem precedentes.
Neste ano, os Estados Unidos registraram um número recorde de desastres, desde o transbordamento do Mississippi e do Missouri até o furacão Irene, passando pela seca terrível que afeta atualmente o Texas.
Na China, regiões inteiras sofrem com secas intensas, enquanto chuvas devastam a América Central e a Tailândia.
Anormalidade ou aquecimento global
A maior parte destes eventos são consequência do aquecimento do clima produzido por ação humana: aumento das temperaturas, do teor de água na atmosfera e da temperatura dos oceanos. Todos eles, fatores propícios para agravar e provocar eventos climáticos extremos.
De acordo com o relatório, apoiado em centenas de estudos publicados nos últimos anos, é quase certo, de 99% a 100%, que a frequência e a magnitude dos recordes de calor diários vai aumentar em escala planetária neste século 21.
E é também muito provável (90% a 100%) que a duração, a frequência e a intensidade das ondas de calor continuarão a aumentar em quase todas as regiões.
Os picos de temperatura vão provavelmente (66% a 100% de certeza) aumentar em relação ao fim do século 20, até 3°C em 2050 e 5°C até 2100.

Previsões
Muitas áreas, particularmente os trópicos e as latitudes elevadas, vão enfrentar chuvas e neves mais intensas. Paralelamente as secas vão se agravar em outros pontos do globo, em especial no Mediterrâneo, na Europa Central, na América do Norte, no nordeste do Brasil e na África austral.
O aumento do nível dos mares e da temperatura das águas vai provocar ciclones mais destrutivos, enquanto o derretimento das geleiras e do permafrost, combinada com mais precipitações, poderá provocar mais deslizamentos, diz o IPCC.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Halloween: os nossos fantasmas

Foto: Artved
Há mais de 2000 anos o povo celta acreditava que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar os corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, o povo colocava em suas casas objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados e abóboras enfeitadas. Na verdade, para nós é apenas uma festa pagã que importamos dos americanos. Isto, porém, me faz lembrar de outros fantasmas...
A gente passa a vida fugindo de fantasmas, escondendo esqueletos nos armários, e tentando levar a vida numa boa. Só que, adiando a solução de problemas, evitando obstáculos, fugindo de compromissos.
Mas um belo dia quando tudo parece ir muito bem, você abre o armário e cai tudo sobre a sua cabeça. Desde a marmota mais antiga até aquelazinha que você escondeu ontem.
É certo que existem problemas insolúveis, fantasmas dos grandes, estes a gente tem que aprender a conviver com eles. Mas, quanto aos outros, não adianta esconder, deixar para amanhã ou fingir-se de morto. Mais cedo ou mais tarde você vai ter que encará-los. Então os fantasmas serão mais feios. Pois bem! Não deixa para amanhã; prepare as suas abóboras, espante seus fantasmas hoje mesmo!


Fonte: http://vozativa2.blogspot.com

O Verdadeiro Significado do Perdão

Existe uma distorcida ampliação do conceito de perdão defendida por alguns grupos de hipócritas. Para eles, perdoar significa retornar à relação que existia antes do ato motivador. Desse modo, se, por exemplo, o marido agrediu a esposa e ela separou-se dele, é porque não o teria perdoado.


Portanto, conforme essa teoria, o perdão opera-se externamente: é preciso demonstrações visuais para testificar publicamente que ele ocorreu. Por causa disso, o ofendido torna-se duplamente vítima: sofre as consequências da pessoa que perpetrou um mal específico contra ele e padece de perseguição dos algozes baluartes, que hostilizam quem não se torna íntimo novamente de quem pede perdão.

Na verdade, apenas dois personagens deveriam atuar nesse “enredo”: o ofensor e o ofendido. No entanto, como se viu anteriormente, há uma plateia enxerida que costuma dar opiniões não autorizadas e, até mesmo, interferir no desfecho da trama. Em tese, o ofensor é o antagonista. Entretanto, quando o ofendido – a verdadeira vítima – se cala diante da solicitação de perdão, os espectadores hostilizam-no, transformando-o num vilão.

Por seu turno, o ofensor, num descabido processo de vitimização, é sagrado o mocinho e pobre coitado. Assim, em virtude dessa cruel e injusta inversão de papéis, o tema da história é desviado, o foco deixa de ser a maldade praticada por um personagem (e todas as implicações negativas de tal prática) para estar em quem se omitiu perante o pedido. Tramas com esse enredo incoerente são comuns em determinados ambientes religiosos nos quais o oferecimento da outra face é levado ao pé da letra (“literalismo suicida”).

É necessário respeitar também as pessoas que não pretendem oferecer perdão. Elas, não raramente, são pautas das conversas de “amigos” que parecem não se ocupar da própria vida. Eles comportam-se como gente prestativa e costumam alertar: “Olha, a falta de perdão ocasiona diversos males, como taquicardia, insônia e até mesmo doenças crônicas gravíssimas”.

Isso é um fato, ó Conselheiros de Meia Tigela, mas utilizem-se desse talento de interferir na privacidade alheia para mostrar aos indivíduos maquiavélicos que eles causam infortúnios muito maiores às suas vítimas. Dessa maneira, vocês estariam desenvolvendo um “trabalho” preventivo: evitaria tanto os males fiscos e emocionais da falta de perdão quanto os resultados práticos devastadores das ações perpetradas por tais energúmenos. Mas essa sugestão é descabida, não é? Afinal, o que vocês querem, de fato, é assistir ao circo pegar fogo e ver os palhaços se agonizarem.

O não-retorno ao relacionamento revela muito mais do que uma quebra de confiança: representa a necessidade de proteger-se. Avente essa suposição: seu melhor amigo frequentou sua casa durante anos e, praticamente, fazia parte da sua família. Um dia, sua filha é abusada sexualmente por essa pessoa que você tanto estimava. E então, você colocaria em risco sua filha novamente apenas para justificar publicamente que perdoou o calhorda? Abriria novamente a porta para ele?

O sentido autêntico do perdão tem de ser respeitado. Existem grupos farisaicos que julgam – e “condenam” – mais a pessoa que não perdoa o assassino do irmão dela do que o próprio assassino (incoerência desmedida). E que tratam com crueldade a vítima que não retorna a relacionar-se com o ofensor. Ora, o ato de perdoar é inegociável, espontâneo e individual. É necessário que ele ocorra não porque o ofensor implorou, mas porque o ofendido sentiu-se verdadeiramente, e no tempo apropriado, que deveria fazê-lo. 

Imagem: stock.xchng
Fonte: www.ponderantes.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sujeira e esgotos poluem o açude da pipoca

Sujeira e descaso com o meio ambiente

É preocupante a questão ambiental e da saúde das pessoas que vivem às margens da represa da “pipoca”, localizada na sede do nosso município. É preciso que urgentemente sejam tomadas medidas cabíveis pelos, órgãos competentes.
Esta imagem registrada recentemente, mostra a quantidade de sujeira acumulada às margens. Não é somente uma reclamação, mas mostrar algo que não está correto. A quantidade de plástico e material descartável que aparece na imagem assusta e revela o quanto os ambientalistas que não deveriam olhar apenas para dentro de suas casas, mas da cidade como um todo, isto sem falar dos governantes que olham com descaso para o povo que os elegem.
É importante que não somente os órgãos competentes tomem as providências, mas também que toda sociedade deva ter a consciência ambiental, principalmente os moradores daquelas proximidades. Como a represa tem uma extensão relativamente grande, imagino que está assim porque muitas famílias largam lixo por toda parte, sem se preocupar com a coleta.
Sabe-se que o vento também faz sua parte, porque sacolinhas plásticas soltas e materiais descartáveis são fáceis de seres levadas, portanto é preciso que algo seja feito. Além da sujeira existem os esgotos que deságuam na represa, piorando ainda mais a situação.
Convém dizer que esta sujeira não é de hoje, mas ainda há tempo para que haja um mutirão de limpeza e um trabalho de conscientização da população em prol da natureza, do meio ambiente e especificamente da represa da pipoca. Está mais que na hora de por em prática este trabalho ambiental dentro das escolas e entidades não governamentais.
Uma pausa para a fotografia

Impressionante é ver o quanto o povo poderia se beneficiar desta represa, utilizando-a como um local de lazer, bem-estar e entretenimento. Observe pessoas que aproveitam o fim de tarde, com um belo sol que se põe aos poucos, para tirar fotografias às margens das águas que brilham contrastando com o verde às sua volta. 
Vamos exigir o melhor para nosso município. É nosso dever.

Esta imagem é para você refletir